Aliança Empreendedora

Fazer da economia um lugar para todos

Inspiração, Investimento e Impacto para o Terceiro Setor do Paraná

Oficina promovida pelo projeto Serviços e Cidadania, em parceria com a Aliança Empreendedora, faz sucesso entre as ONGs

“Quando vai ser a próxima?”
“Foi muito bom, fomos privilegiados por podermos participar desde evento.”
“Só houve pontos positivos. Obrigado.”
“Excelente iniciativa, parabéns! Muito bem organizada.”
“Parabéns a todos os envolvidos no evento, especialmente ao Rodrigo pelo belo e inspirador case da Aliança”.
“Além de adquirir conhecimento, senti motivação para exercer tudo que aprendi. Agradeço plenamente o apoio do GRPCOM e estou disposta a estar presente em outros cursos oferecidos”.

Essas foram apenas algumas das avaliações feitas pelos representantes das ONGs que participaram da oficina promovida nos dias 07 e 08 de novembro pelo projeto Serviços e Cidadania, do Instituto GRPCOM, no ISAE, em Curitiba; mas já dão uma ideia do sucesso do evento. E nem poderia ser diferente: “Inspiração, Investimento e Impacto”, oficina sobre o estabelecimento de parcerias e a geração de renda no terceiro setor, fundamentou-se na experiência de uma das mais bem-sucedidas iniciativas sociais paranaenses – a Aliança Empreendedora.
Com grande conhecimento de causa, Rodrigo de Méllo Brito, fundador e diretor-executivo da Aliança, falou das estratégias que ele e sua equipe utilizaram e continuam utilizando para viabilizar as ações sociais desenvolvidas pela organização. Aliando teoria e prática, e muita interatividade com os participantes – um total de 36 pessoas, de 30 diferentes ONGs de Curitiba e Região, além uma de Maringá e outra de Cerro Azul – Rodrigo enfatizou a importância das redes de contatos, da comunicação eficiente e, também, de estar preparado para aproveitar todas as oportunidades que aparecerem.
“Hoje as organizações sociais já se mostram mais sustentáveis do que muitas empresas, que começam e são encerradas antes de completar dois anos”, afirmou. “Não existe diferença entre o empreendedor econômico e o social, mas é preciso pensar com a cabeça de quem propõe um benefício – e não de quem precisa de doação. Por isso, as parcerias devem servir sempre para criar novas oportunidades; propor algo para manter como está é mais fraco do que investir para mudar”.
Tais pressupostos, em meio a muitas outras afirmações feitas por Rodrigo ao longo dos dois dias de atividades, só reforçaram a ideia do projeto Serviços e Cidadania. Assim, a oficina acabou sendo, de fato, inspiradora. “Capacitações como essas servem para mudar o paradigma de que as ONGs vão sempre depender da boa vontade das pessoas e dos outros setores, como governo e iniciativa privada. É justamente o contrário: desenvolver projetos sociais com responsabilidade passa por se preocupar em melhorar a gestão, a comunicação e em como tornar o impacto do que é feito ainda mais efetivo”, resume Rafael Finatti, coordenador do Serviços e Cidadania.
Para Rodrigo, a experiência com as ONGs foi satisfatória: “É gratificante contribuir e compartilhar conhecimento e experiências sobre como podemos inspirar, envolver e mobilizar parceiros para causas tão importantes como a prevenção e o acesso a saúde, geração de renda, inclusão de pessoas com necessidades especiais, tratamento de dependentes químicos e tantas outras defendidas pelas organizações sociais que participaram. Posso dizer que fiquei ainda mais fã do trabalho que estas organizações realizam (algumas há 5, outras há 17 e outras há mais de 30 anos) em prol de atender e solucionar desafios de nossa sociedade. Aprendi muito”, admitiu ele.
Calendário encerrado
A oficina com a Aliança foi o último dos cinco eventos de capacitação ofertados às ONGs pelo Instituto GRPCOM em 2011. Para o ano que vem, a ideia é investir em espaços como esse, em que além do conteúdo, haja possibilidade para que os participantes possam trocar experiências e conhecer trabalhos complementares, com vistas a futuras ações em conjunto.

Empreendedoras compartilham experiências de superação e crescimento

Equipe da Aliança e as empreendedoras presentes no evento

Durante o evento promovido pela Aliança Empreendedora, profissionais mostraram como a organização ajudou o seu negócio a dar certo

Em uma sala emprestada de um prédio localizado na avenida Paulista, no centro da cidade de São Paulo (SP), cerca de 50 mulheres se reuniram na tarde de ontem (16/11) para discutir algo em comum: o

empreendedorismo. Durante o 3º Encontro de Empreendedores, evento que faz parte da programação da Semana Global do Empreendedorismo de 2011 e foi promovido pela Aliança Empreendedora, pequenas e futuras empresárias puderam compartilhar suas dúvidas e experiências profissionais.

“É um momento de aprender muito e conhecer pessoas que passaram e que ainda passam por dificuldades e desafios semelhantes”, afirmou Lina Useche, cofundadora da Aliança Empreendedora, organização sem fins lucrativos que promove a inclusão e o desenvolvimento econômico e social da população de baixa renda no país. “Essas empresárias são protagonistas da mobilização em prol do empreendedorismo brasileiro”, disse Lina.

Maria Lourdite Sales, 67 anos, nunca fez um empréstimo sequer para criar a Arte e Ação. Fundada em 2008, a associação tem o objetivo de dar a oportunidade a mulheres da Vila Guacuri, comunidade carente localizada na Cidade Ademar, na região sul da cidade de São Paulo, a confeccionar e vender produtos artesanais. Maria Lourdite, que faz parte da diretoria da associação, conta que o investimento inicial foi de apenas R$ 60. Atualmente com 23 voluntárias, a associação produz oficinas de artesanato e brindes corporativos e ainda participa de feiras e exposições. Cada artesã ganha de acordo com o que produz.

Por meio da atuação da Aliança Empreendedora, a associação não só se formalizou como aprendeu a gerir melhor o negócio, com a criação de catálogos e fichas técnicas. “Fiquei surpresa ao perceber que era possível aplicar os ensinamentos aprendidos em aula na prática”, conta Maria Lourdite. Segundo ela, os frequentes altos e baixos da associação foram substituídos por uma ascensão contínua, e a Arte e Ação tornou-se financeiramente sustentável. Com a arrecadação de matéria-prima doada pelos membros da própria comunidade, as artesãs transformam caixas de leite, coadores de café e retalhos em geral em enfeites para casa e escritórios.

A Arte e Ação conta com uma lojinha e um espaço reservado para eventos e exposições. Para pagar o aluguel, as voluntárias realizam mutirões de vendas. A associação já carrega em seu currículo trabalhos para empresas como a AES Eletropaulo e Nike, além de encomendas que chegam a 9.000 peças. “Daqui para a frente, pretendemos abrir uma loja em um shopping bastante movimentado de Diadema e, com isso, crescer cada vez mais”, diz Maria Lourdite.

O salão de beleza unissex “Tudo di Bom” é outro exemplo. Fátima Silvério, 33 anos, já foi auxiliar de cozinha, funcionária de uma metalúrgica e empregada doméstica em Curitiba, no Paraná. Casada e mãe de dois filhos, decidiu largar tudo e investir em seu grande sonho: abrir seu próprio salão de beleza. “Demorei dez anos para construir meu sonho, mas valeu a pena.” A curitibana investiu em sua capacitação profissional e fez diversos cursos de cabeleireiro.

No dia da inauguração de seu salão de beleza, Fátima atendeu apenas duas clientes que, não por acaso, eram suas amigas. Diante das dificuldades, como movimento fraco e falta de recursos, a cabeleireira não desanimou e, desde então, já mudou quatro vezes de local – sempre em busca de um ponto com maior visibilidade para promover o seu negócio. Hoje, seu salão é formalizado e está localizado em uma avenida do bairro de Tatuquara, em Curitiba.

Fátima conta que suas dificuldades surgiram justamente quando o dinheiro começou a aparecer. Foi aí que a empresária percebeu que não sabia administrar os recursos. Com a consultoria e os cursos da Aliança Empreendedora, Fátima aprendeu estratégias para fidelizar a clientela, como abrir o estabelecimento aos sábados e às segundas-feiras e criar promoções-surpresa. Aprendeu também noções de orçamento gestão administrativa. Hoje, a empresária atende 200 clientes fixos por mês. “No final do ano, o movimento chega a triplicar”, diz.

Com sede em Curitiba (PR), a Aliança Empreendedora tem equipes espalhadas pelos estados de São Paulo, Pernambuco e Bahia. Em parceria com outras organizações, governos e empresas, trabalha pela disseminação da cultura empreendedora e dá apoio a mais de 6.000 microempreendedores urbanos e rurais de 12 estados brasileiros. Entre seus parceiros estão a Natura e a Eletropaulo.

por Nathalia Prates, para o site Pequenas Empresas e Grandes Negócios

 

AprendAE: 1ª vídeo aula – “A saúde financeira do seu negócio está em suas mãos”, com Lina Maria Useche


Para aproveitar a onda empreendedora que a Semana Global está trazendo, além do Mapa de Apoio, estamos lançando hoje também, a primeira aula de uma série de aulas com conteúdo sobre empreendedorismo e gestão a quem quer montar ou melhorar o seu negócio, sempre focando em microempreendimentos.

As aulas são rápidas e dinâmicas, e tem o objetivo de disponibilizar conteúdo rápido e livre, inspirar empreendedores a se aprimorarem e buscarem cada vez mais informações para seu desenvolvimento. Através desse canal via internet, pessoas em regiões distantes do país podem ter acesso ao conteúdo gratuitamente.

A primeira aula é sobre controles financeiros: “A saúde financeira do seu negócio está em suas mãos”, com a administradora e consultora Lina Maria Useche, da Aliança Empreendedora.

A próxima aula será com a economista e consultora da Aliança Empreendedora Alexandra Meira, sobre fidelização de clientes. E estará disponível da próxima quinta-feira dia 24 de novembro!

Acesse a todo o nosso conteúdo em: http://www.aliancaempreendedora.org.br/empreendedor/aprendae

Compartilhe, curta, e nos ajude a disseminar essas dicas para os microempreendedores brasileiros!

Blog do PECEP: 5 ações sociais para conhecer antes de morrer

Blog do PECEP (Projeto de Educação Comunitário da Escola Parque) publica matéria e cita a Solidarium e a Aliança Empreendedora, confira:

Por Marcus Pinheiro

Apesar da nossa imprensa ser tarada por notícias ruins (exceção feita ao Jornal do Bem, do meu amigo Leandro Borges) felizmente há muita coisa boa acontecendo! Como você já deve estar saturado de homicídios triplamente qualificados, tsunamis, enchentes e tudo mais que o Datena fica gritando a tarde inteira na Band, seguem 5 ações sociais muito legais que você tem que conhecer antes de morrer!

 

1) Grameen bank

O Grameen Bank foi o primeiro banco de microcrédito do mundo. A ideia pioneira de emprestar pequenas somas de dinheiro a mulheres da base da pirâmide - sem necessidade de garantias e com juros baixos – foi do economista de Bangladesh Muhammad Yunus. Ele fundou a instituição emprestando U$27 a42 famílias da aldeia de Jobra, que ficavam reféns de agiotas por terem contraído empréstimos impagáveis.

O êxito do banco é incontestável. Em 28 anos de funcionamento formal ele já emprestou mais de US$ 5 bilhões a 6,61 milhões de clientes (97% mulheres) de 71 mil vilarejos. Mesmo sem cobrar garantias, o retorno do dinheiro emprestado é de 98%, o que faz dele o banco com menor taxa de inadimplência do mundo. E o mais importante: já retirou da pobreza extrema milhões de pessoas – tudo isso a partir de um empréstimo de US$ 27.

 

2) Make-A-wish

A fundação Make-A –Wish surgiu por acaso em 1980 para realizar o sonho de um menino de 7 anos. Christopher Greicius tratava-se de uma leucemia e tinha como grande sonho ser policial do seu estado, o Arizona. Devido à gravidade do quadro de saúde, sua mãe conseguiu que ele vivesse por três dias a vida de um policial, tendo andado de helicóptero pela cidade, ganhado um uniforme especial sob medida e até passado num teste de direção com sua motocicleta movida a bateria. Quando voltou ao quarto de hospital, Chris fez questão de colocar o uniforme, o capacete de motociclista e a boina em lugar de destaque. No dia seguinte à realização do sonho, ele faleceu.

Inspirada nesse caso a ONG Make-A-Wish foi fundada e hoje funciona em 47 países. Tem como missão realizar os desejos de crianças ameaçadas por doenças graves. Em trinta anos a ONG já realizou um total de 214.262 desejos.

3) Solidarium

Agora vamos falar um pouquinho das iniciativas brazucas. A Solidarium foi um projeto pioneiro da Aliança Empreendedora que devido ao tempo e ao sucesso virou uma iniciativa a parte. Seu objetivo é tirar pequenos artesãos da pobreza criando um canal entre eles e grandes redes varejistas. Além disso, a empresa zela pelo comércio justo, ou seja, para que o produtor receba uma fatia digna do lucro gerado pela venda do seu produto. Nos últimos quatro anos a empresa beneficiou 1.600 produtores de 12 estados e organizou 44 cooperativas e associações (mais detalhes nesse vídeo).

A meta da Solidarium é, nos próximos 5 anos, tirar mais de 10.000 pessoas da pobreza e criar uma revolução no mercado nacional. Alguém duvida?

 

4) Ensina!

Ensina! faz parte do Teach for All, a maior rede global de organizações sociais voltadas para educação, presente em 19 países. O projeto seleciona, capacita e orienta jovens recém-formados de alto desempenho para darem aulas de reforço em escolas públicas com baixos índices acadêmicos. Cada Ensina! é remunerado e dedica-se em tempo integral ao projeto, ficando responsável por turmas do 6º ao 9º ano. O objetivo é remediar o problema educacional crônico do Brasil e capacitar líderes, que após os dois anos no Ensina! terão ferramentas para continuar a impactar positivamente a sociedade.

Por enquanto o projeto funciona apenas no Rio de Janeiro e compreende as disciplinas de português, matemática e ciências.

5) Move Rio

Move Rio foi fundado em 2008 como iniciativa de um grupo de amigos insatisfeitos com os problemas sociais do Rio de Janeiro.

A ONG faz o meio-campo entre doadores e ações de impacto. Atualmente ela atua como mantenedora do Espaço Educacional Cantinho Feliz, voltada exclusivamente para crianças das comunidades de Santa Teresa, e do Instituo Vida Real, que retira do tráfico de drogas meninos da favela da Maré.

O primeiro projeto próprio da ONG é o Rio Eu Amo Eu Cuido, movimento que tem por objetivo conscientizar moradores e visitante da cidade para a importância dos pequenos hábitos na manutenção de um Rio melhor.

No começo deste ano a ONG arrecadou mais de R$ 200 mil para a reconstrução da região serrana do Estado, atingida pelas chuvas de verão.

Fonte: http://pecep.wordpress.com/

Sebrae dá prêmio para histórias de empreendedorismo feminino

Realizado desde 2004, Prêmio Sebrae Mulher de Negócios reconhece histórias de mulheres à frente de pequenas empresas e de grupos associativos, em todo o País; interessadas têm até o dia 5 de dezembro para se inscrever

As empreendedoras e empresárias de micro e pequenas empresas do Paraná não podem perder a oportunidade. As inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios estão abertas e seguem até o próximo dia 5 de dezembro. Com o mote “Sua trajetória pode abrir caminho para milhares de outras mulheres”, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas em duas categorias, uma para pequenas empresas e outra, para grupos associativos.

Para participar, as empreendedoras precisam preencher o formulário de inscrição, contando a sua história, destacando a criação do negócio, o desenvolvimento da ideia, e quais são as realizações e contribuições do empreendimento. As interessadas ainda devem preencher um questionário sobre características de comportamento empreendedor, novidade desta edição para ajudar as empreendedoras a medir seu perfil empreendedor.

O material para a inscrição, com as orientações de como escrever a história, está disponível no site www.mulherdenegocios.sebrae.com.br ou, ainda, nos escritórios do Sebrae/PR. O Prêmio Sebrae Mulher de Negócios já recebeu cerca de 14 mil candidaturas, desde a sua primeira edição, em 2004.

A premiação, uma iniciativa do Sebrae, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, da Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais do Brasil (BPW) e da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), é dividida nas categorias ‘Pequenos Negócios’, que elege as melhores histórias de proprietárias de microempresas e empresas de pequeno porte, e ‘Negócios Coletivos’, para empreendedoras de grupos de produção formal, compreendendo cooperativas e associações de pequenos negócios produtivos.

As empreendedoras do Paraná concorrem, nas duas categorias, primeiro à etapa estadual. As vencedoras vão representar o Estado na etapa nacional da premiação, que, além de prêmios e troféus, concede às duas primeiras colocadas, entre todas as finalistas, em cada categoria, uma viagem a um centro de empreendedorismo internacional.

O julgamento das histórias é realizado por avaliadores estaduais e nacionais, que utilizam como instrumento de avaliação o  Modelo de Excelência da Gestão, da FNQ, além do alinhamento aos conceitos de empreendedorismo do Sebrae.

A consultora do Sebrae/PR e coordenadora estadual do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, Ammanda Macedo, diz que o Prêmio é uma maneira de reconhecer histórias anônimas de mulheres que empreendem com sucesso. “A premiação contribui para que as mulheres tenham o reconhecimento que merecem. Muitas têm histórias de luta e de superação. É uma forma de destacar e, também, homenagear mulheres que fazem tanto pelo País e por suas famílias”, observa Ammanda Macedo.

Segundo dados divulgados, em abril deste ano, pela Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2010, o Brasil conta com 21,1 milhões de pessoas à frente de empreendimentos em estágio inicial (TEA) ou com menos de 42 meses de existência. Desse total, 50,7% são homens e 49,3%, mulheres.

Para a Ammanda Macedo, no empreendedorismo, há um forte equilíbrio entre os gêneros. “Os números mostram a força do empreendedorismo feminino. As estatísticas do mercado profissional, especialmente no empreendedorismo, também mostram o espaço da mulher, que é igualitário. A diferença é que a mulher acumula funções”, avalia a coordenadora estadual.

Para se ter uma ideia da importância das histórias reconhecidas pelo Prêmio Sebrae Mulher de Negócios, bem como o potencial dos exemplos revelados na premiação, Ammanda Macedo cita a empreendedora Patrícia Paz Silva Giordani, de Vilhena, Rondônia, sócia-proprietária da empresa Moura e Paz – Soluções Ambientais.

Patrícia Paz conquistou o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios edição 2010/2011, na categoria ‘Pequenos Negócios’. A brasileira foi selecionada como uma das dez finalistas do Prêmio Empretec para mulheres empresárias 2012, que é promovido pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).  A indicação foi anunciada no mês passado, e a empresária concorre com mulheres do Equador, El Salvador, Etiópia, Jordânia, Nigéria, Panamá, Uganda, Vietnã e Zimbabwe.

A empreendedora foi uma das três escolhidas pelo Sebrae Nacional para concorrer ao prêmio internacional. A UNCTAD é composta por 32 países e cada um deles faz suas indicações.

Inscrições

A inscrição no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios só será considerada completa a partir do preenchimento de todos os campos de ficha de inscrição, que deve conter o relato escrito da empreendedora e do questionário de autoavaliação das características do comportamento empreendedor.

Informações, as interessadas devem acessar o site do Prêmio, www.mulherdenegocios.sebrae.com.br. O regulamento da premiação também está disponível no site oficial da premiação. As inscrições são gratuitas e se encerram em 5 de dezembro, às 23h59.

Conheça o novo site da Aliança Empreendedora


Depois de 3 meses sendo desenvolvido, na última segunda dia 31 foi publicado o novo site da Aliança Empreendedora! A ideia é que desenvolvêssemos um portal mais moderno, que conseguisse atender as necessidades de todos que procuram a Aliança.
O site é dividido em cinco grandes áreas além da home: Quem somos, Sou empreendedor e quero apoio, Quero apoiar, Quero contratar ou investir na Aliança e Quero ser uma organização aliada.

A home é integrada com o blog, então é possível já ler notícias e novidades sem entrar diretamente no blog, que é onde se encontram todas as notícias completas, e com a vantagem de poder comentar, “curtir”, “twittar” e compartilhar!
Na página interna de quem somos é possível encontrar todas as nossas informações institucionais, de projetos e serviços, prêmios e reconhecimentos, clientes e parceiros, depoimentos, sala de mídia, etc.

Na interna para o empreendedor, você encontrará duas novas ferramentas, ainda em teste, que serão lançadas dia 17 de novembro, durante a Semana Global do Empreendedorismo: um canal de conteúdo gratuito, o AprendAE, e o Mapa de Apoio a Empreendedores –onde ONGs, Universidades, Incubadoras, Institutos, Empresas Juniores e microempreendedores podem cadastrar sua atuação e procurar parceiros em sua cidade e estado. Dessa forma, o microempreendedor sabe onde buscar apoio em sua região, e as organizações sabem onde estão os microempreendedores que precisam de seu apoio.

Essa conexão acontece através do cadastro em nosso site, via aplicativo do Maps do Google. O microempreendedor,  ou a organização fazem o cadastro, a Aliança Empreendedora valida esse cadastro, e toda a comunicação a partir daí acontece de forma independente. Fazendo da Aliança e do Mapa de Apoio um canal de conexão , identificação e encontro entre esses dois públicos. Por enquanto a ferramenta está disponível, mas ainda em teste.

Para quem quer apoiar e divulgar a causa, a interna “Quero apoiar”, conecta o internauta ao Portal Impulso de crowdfunding, permite a visualização e o cadastro para as vagas de voluntariado disponíveis, além de, em: “Dissemine essa causa” entender a cena empreendedora em nosso país, e ler dicas de como disseminar a causa.

Quem quer contratar a Aliança para realizar algum projeto ou serviço, encontra os tipos de serviços e projetos que prestamos em “Quero contratar ou investir na Aliança”, quais são nossos atuais parceiros e clientes, além do depoimento deles.

Atualmente atuamos em 12 estados brasileiros, com escritórios próprios e também com organizações aliadas. Para quem quer obter mais informações sobre elas, e sobre como se tornar uma organização aliada, encontra em: “Quero ser uma organização aliada”.

Explore, compartilhe, e curta: www.aliancaempreendedora.org.br.

A Semana Global do Empreendedorismo está chegando, e trazendo novidades para a Aliança Empreendedora


A Semana acontece agora dos dias 14 a 20 de novembro em mais de 100 países! No Brasil é possível cadastrar atividades durante todo o mês de novembro. As atividades desse ano estão disponíveis no site da semana, e a Aliança está preparando novidades, além de encontros de empreendedores em São Paulo, Bahia, e Pernambuco, no dia 17 de novembro acontecerá o lançamento e divulgação na web do 1º Mapa de Apoio a Empreendedores do Brasil, e do Canal de conteúdo gratuito AprendAE. Aguardem!

Seminário de Economia Criativa dias 09 e 10/11 no Museu Oscar Niemeyer

A Aliança  apoia o seminário, e oferece a palestra: Como a Economia Criativa gera inclusão e desenvolvimento econômico social, ministrada por Rodrigo Brito, co-fundador e diretor executivo da Aliança Empreendedora, no dia 09 de novembro.
Veja a programação completa aqui

Auditório Poty Lazzarotto do Museu Oscar Niemeyer – Curitiba PR
09 e 10 de novembro de 2011


A importância do trabalho criativo e sua contribuição para a economia do país têm sido foco das discussões sobre as políticas culturais contemporâneas.

Mas afinal, o que é economia criativa? Como podemos aproveitar plenamente seu potencial cultural em termos de desenvolvimento sustentável? Quais as atividades que impulsionam a economia criativa? De que forma a economia criativa gera inclusão e desenvolvimento econômico e social?

Estes são alguns dos temas que serão apresentados no Seminário de Economia Criativa que a Secretaria de Estado da Cultura (SEEC) promove nos dias 09 e 10 de novembro. O objetivo do seminário é desencadear o processo de elaboração do Plano Estadual de Economia Criativa do Paraná, reunindo representantes de instituições do setor público e privado que, de alguma forma, se relacionam com essa área.

O Paraná integra-se às discussões nacionais abrindo espaço para um amplo debate sobre como a criatividade e o talento humano estão se tornando importantes instrumentos na economia, gerando resultados diretos de desenvolvimento.

Venha conhecer as ações, trocar ideias e debater os novos rumos da economia criativa.

 

 

Artesão vencedor do 1º Prêmio Aliança exporta seus produtos para a África

Diretora de Projetos da Aliança Empreendedora entregando o Prêmio para Gilmar Martins.

Diretora de Projetos da Aliança Empreendedora entregando o Prêmio para Gilmar Martins.

Artesanato de Mucambo é fonte de trabalho e renda, ao mesmo tempo que preserva a cultura local

Mucambo. A pequena Carqueijo, neste Município, a 280 quilômetros de Fortaleza, é tipo exportação. A tecelagem produzida pela comunidade de cerca de 40 famílias chegou a Cabo Verde, na África. Antes já tinha sido levada para São Paulo. O artesanato Carqueijo está em exposição permanente na Central de Artesanato do Ceará (Ceart), em Fortaleza, e no Centro de Artesanato Ana Sancho Martins, na própria Carqueijo.

A produção é feita pela Associação dos Artesãos de Carqueijo. Logo no selo dos produtos há um recado: “Este é um produto 100% artesanal”. E o recadinho dos artesãos de Carqueijo continua: “Ao adquirir uma peça de Carqueijo você valoriza o artesanato regional; resgata a dignidade e promove o desenvolvimento sustentável e ajuda a remuneração do artesão”. O selo da comunidade encerra afirmando: “Respeitamos e preservamos a natureza. Os produtos são feitos a partir de fibras naturais”. São dessas fibras naturais da bananeiras e do coqueiro que saem lindos jogos americanos, belos tapetes, baús, crochês e redes de varanda.

Já se preparando para a Copa 2014, com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa (Sebrae), aconteceu, em Carqueijo, cursos de tecelagem, de criação de novos produtos, crochê e varanda. Mais de 40 pessoas, entre jovens e adultos, fizeram os cursos. A Associação dos Artesãos de Carqueijo é a única entidade de artesanato da Zona Norte inscrita no Sebrae Oportunidades de Negócios 2014.

“Preparamos a comunidade para aumentar a mão-de-obra, qualificando e inovando nossos produtos. Este é o investimento do lucro com as vendas que fazemos para a Ceart”, diz o instrutor do curso, Francisco Martins Gilmar de Sousa, de 30 anos, filho de Carqueijo e vai seguindo a tradição iniciada pela avó Ana Sancho Martins, continuada pelo pai de Gilmar, Isaías Martins e agora por Gilmar.

Prejuízo

A Associação teve no começo deste ano um baque muito grande com um prejuízo de R$ 50 mil em vendas erradas. “Estamos superando. Pois, à princípio, ficamos preocupados com o desemprego de mais de 40 pessoas. Era a nossa morte. Mas procuramos vários órgãos de apoio e demos as mãos para levantar a Associação”, diz ele.

Gilmar fez a ressurreição da entidade, ganhando, em 24 de maio passado, o segundo lugar do Primeiro Prêmio Aliança de Empreendedores Comunitários, entregue na Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba. O Prêmio é patrocinado pela Itaipu Binacional e Instituto Camargo Correia. Eles observaram primeiro o empreendimento e o empreendedor para, depois, fiscalizar como o ganhador iria usar o prêmio. Com o dinheiro do prêmio, R$ 3 mil, investiu em matéria-prima para produção e atender à demanda da Ceart, de outros estados e do Exterior. “Aqui mantemos viva a cultura com a tradição do artesanato passando de geração em geração”.

Durante o evento de entrega da premiação, chamado de “Fazer para mudar – novas perspectivas para a responsabilidade social corporativa através do apoio ao empreendedorismo comunitário”, Gilmar foi comparado a um super herói de Carqueijo. A história de Gilmar é contada pela organização do Prêmio Aliança. “Ele transformou o trabalho de artesanato que era o sustento da sua família desde o tempo dos avós e bisavós em um negócio organizado e rentável. Depois, ele passou a ensinar o que sabia para gerar mais empregos na cidade onde mora e em seguida em todo o Ceará. Mais tarde, passou a fazer isso fora do Brasil, ministrando cursos em Cabo Verde, na África”.

Gilmar foi ao sítio do avô, pegou algumas palhas de bananeira e taliscas de coqueiro e pediu à mãe que colocasse aquilo no tear, de modo a criar um tipo de jogo americano. “Assim, foram feitas as minhas duas primeiras peças artesanais em fibras naturais, que meu pai, Isaías, levou para a Central de Artesanato do Ceará, a Ceart”. “Dali em diante as coisas foram acontecendo”, relata o Prêmio Aliança. “A primeira encomenda, de 300 peças, feitas de palha de bananeira e taliscas de coqueiro para entrega em 30 dias. Em seguida, ele começou a treinar artesãs para fabricar os produtos.

Multiplicação

40 pessoas, hoje, em Mucambo, produzem cerca de 25 modelos de jogos americanos e tapetes de fibras naturais. Esse trabalho foi multiplicado por Gilmar pelo Ceará e em mais de 15 cidades.

MAIS INFORMAÇÕES

Carqueijo Artesanato
Rua São Joaquim, s/n
Carqueijo – Mucambo, CEP 62175-000
Telefone: (88) 3654.4013

HERANÇA

 

Atividade passa dos pais para as novas gerações

Mucambo. O artesanato do Carqueijo começou a ganhar impulso com dona Ana Sancho Martins. Ela passou a arte da tecelagem para o filho Isaías Martins que chegou a dormir na rua, em Fortaleza, para vender as peças. Hoje, quem toca o projeto é o filho de seu Isaías, o Gilmar, do Carqueijo. Gilmar é hoje quem faz as peças e ensina a comunidade a fazer a tecelagem por meio das palhas de coqueiro e bananeira.

Seu Isaías lembra que o tapete foi o começo da Associação de Artesãos de Carqueijo. “Estamos respeitando as gerações iniciadas com minha mãe há mais de 80 anos. Hoje, evoluímos com o Gilmar, que é um empreendedor. Um curioso que faz a arte do Carqueijo ir mundo afora. Além disso, estamos dando emprego aqui, pois em São Paulo não tem mais. O Carqueijo está empregando aqui mesmo com qualificação profissional trazida pelo pessoal do Sebrae”, relata Isaías.

Começo

Ele cita que no começo se largou para Fortaleza por meio da Ceart para vender as peças produzidas em Carqueijo. Primeiro pegava os retalhos de uma fábrica de Sobral, que uma vez fui constrangido porque era doação e um dono proibiu de eu trazer para comunidade fazer os tapetes. Mas isso passou e hoje nossa arte é profissional e emprega nossa comunidade”, festeja Isaías.

O analista técnico do Sebrae-Sobral, Tomaz Machado, informou para os artesãos que a Associação deles é a primeira a entrar no projeto Sebrae Copa 2014 no Ceará. “Estamos preparando vocês para ganhar dinheiro com a Copa, pois uma loja de artesanato será montada pelo Sebrae em Fortaleza durante a Copa do Mundo de 2014″.

O gerente da agência do Banco do Brasil, de Mucambo, Ari Gomes, esteve na comunidade e concedeu uma máquina de cartão para compras dos turistas que assim podem pagar com cartão eletrônico.

LAURIBERTO BRAGA
REPÓRTER

Fonte: Diário do Nordeste

 

Voluntários da IBM na Aliança Empreendedora

Therese e Pavel apresentando o Projeto realizado para a Aliança Empreendedora durante evento na Prefeitura de Curitiba.

Therese e Pavel apresentando o Projeto realizado para a Aliança Empreendedora durante evento na Prefeitura de Curitiba.

 

IBM apresenta às ONGs resultados do trabalho de seus voluntários estrangeiros em Curitiba 

A IBM encerrou ontem, 27 de outubro, o projeto que trouxe 15 funcionários estrangeiros para realizar trabalho voluntário em sete instituições de Curitiba. No evento de encerramento, foi realizado em uma cerimônia no Salão Nobre da Prefeitura da cidade, os voluntários da IBM compartilharam suas experiências e receberão um retorno de representantes das instituições beneficiadas. Além disso, foi realizada uma Mesa Redonda sobre Gestão Pública e o papel do Terceiro Setor na conjuntura brasileira, com a participação do Secretário de Planejamento de Curitiba, Carlos Homero Giacomini, e o professor da PUC- PR, Fábio Tadeu Araújo.

Esta foi a primeira vez que a IBM Brasil recebeu na capital paranaense voluntários para participar do projeto mundial Corporate Service Corps, que tem por objetivo auxiliar no desenvolvimento socioeconômico de países emergentes e capacitar líderes globais. Os voluntários que vieram da Coréia do Sul, França, Filipinas, Suíça, China, Suécia, Estados Unidos, Austrália, República Tcheca, Índia e Reino Unido desenvolveram atividades visando ao atendimento de necessidades das instituições.

As instituições participantes dessa edição do programa – Associação dos Amigos do Hospital de ClínicasGrupo Integrado de Aqüicultura e Estudos Ambientais (GIA), Associação Aliança Empreendedora, Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia (APACN), Centro de Ação Voluntária de Curitiba (CAV), Pastoral da Criança e Hospital Pequeno Príncipe -  ganharam planos de marketing,  captação de recursos e comunicação em mídias sociais; adquiriram conhecimento em database para gerar colaboração em rede; receberam proposta de sistema de gerenciamento de informação e  ações que promovem o aumento da performance e o espírito cross-function entre os funcionários das instituições.

Os voluntários estão voltando para seus países com uma ampla bagagem pessoal, cultural e profissional. “Percebi uma grande paixão no trabalho social que é desenvolvido dentro da instituição que ajudei. Sinto-me muito feliz por ter podido contribuir com o trabalho. Além disso,  experimentei uma cultura diferente e aprendi muito com a equipe da qual participei e com os brasileiros”, contou KaWon Cho, especialista em TI da IBM na Coréia do Sul. Arlene Wainstein, gerente de Relações Externas da IBM para Oriente Médio e África, também considera um presente ter podido contribuir com instituições  que realizam trabalhos tão importantes para a sociedade. “A experiência na instituição e em Curitiba proporcionou-me uma nova perspectiva sobre a cultura, a receptividade, a hospitalidade e o orgulho do povo brasileiro”, concluiu ela.

Os voluntários que vieram para a Aliança Empreendedora foram Pavel – República Tcheca, e Therese – Filipinas, eles desenvolveram um projeto em finanças e recursos humanos, respectivamente.

Corporate Service Corps (CSC)
O CSC é um programa mundial da IBM que consiste em formar equipes de funcionários voluntários para contribuir com o crescimento econômico e o desenvolvimento tecnológico em ONGs e instituições governamentais de países em desenvolvimento.  A iniciativa visa à capacitação de líderes globais promovendo o desenvolvimento de skills como trabalho em equipe e flexibilidade, além de inspirá-los com novas ideias e novas habilidades.

Desde o primeiro ano do projeto (2008), A IBM já selecionou mais de 1000 funcionários de cerca de 47 países em 100 equipes para atuar nessa iniciativa que integra crescimento econômico e tecnologia da informação em ONGs de países em desenvolvimento como China, Egito, Quênia, Índia, Gana, Malásia, Marrocos, Nigéria, Filipinas, Romênia, Rússia, África do Sul, Sri Lanka, Tanzânia, Turquia e Vietnã. Em 2009, o Brasil passou a fazer parte dos países que recebem voluntários da empresa. Cento e trinta e um colaboradores estrangeiros, de 25 países, já trabalharam em 42 ONGs de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. Além disso, cerca de 60 funcionários da IBM Brasil já atuaram em ONGs estrangeiras em países como África do Sul, Gana, Índia, China e Vietnã. Mais 26 já foram selecionados para o período de agosto de 2011 a julho 2012

Cidadania Corporativa na IBM 
Há 100 anos, a IBM promove o uso da tecnologia em benefício das empresas, instituições e da sociedade. De acordo com sua visão de negócios denominada Planeta Mais Inteligente, a companhia acredita que o fenômeno da globalização, que aproxima e conecta pessoas, representa um imenso potencial para aplicar a tecnologia no desenvolvimento de um mundo mais sustentável, eficiente e com menos desperdício. Desta forma, a companhia conduz os seus processos de negócios, desenvolve projetos e realiza parcerias com a finalidade de colocar a tecnologia a serviço das principais questões críticas da sociedade contemporânea: desenvolvimento econômico, cidadania, educação e cultura, saúde e meio ambiente.

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