Aliança Empreendedora

Fazer da economia um lugar para todos

Tiago Dalvi, diretor da Solidarium, foi um dos convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011, em São Paulo

Vídeo Conexões Senac 2011 - Senac São Paulo no Youtube

A abertura do Conexões Senac aguçou o espírito empreendedor dos alunos do Centro Universitário. O ex-jogador de futebol Raí e o empresário idealista Tiago Dalvi foram os convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011.
Com o tema central desta edição sendo a Responsabilidade Social, a idéia foi revelar aos futuros empreendedores que várias oportunidades de negócio também beneficiam a sociedade.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=q5qJ11KB2fM

 

 

Solidarium recebe certificação de Comércio Justo, pela “Word Fair Trade Organization” (WTFO)

A Solidarium, empresa social parceira da Aliança Empreendedora,  acaba de se tornar a mais nova organização certificada pela Organização Mundial de Comércio Justo (WTFO).
Essa conquista valida todo o trabalho desenvolvido pela Solidarium desde sua fundação em 2007 e reconhece os resultados alcançados até hoje.

Sobre a Organização Mundial do Comércio Justo:
A Organização Mundial do Comércio Justo (WFTO) é o órgão global que representa mais de 400 organizações, 100% comprometidas com o Comércio Justo. A WFTO é a voz autêntica e a guardiã dos valores do Comércio Justo.

O WFTO opera em 73 países da África, Ásia, Europa, América Latina, América do Norte e do Pacífico, com o objetivo de conquistar o acesso do Comércio Justo ao mercado através da política, da defesa da causa, do monitoramento constante e de campanhas de marketing .

Os membros da WFTO são organizações totalmente comprometidas em erradicar a pobreza através do desenvolvimento econômico sustentável e de políticas sociais e ambientais. Empenhadas  totalmente, também, na prática de reinvestimento contínuo em artesãos, agricultores e  comunidades de produtores marginalizados, habitantes dos lugares mais frágeis do planeta.

No mundo, são 110 milhões de artesãos, agricultores, produtores e simpatizantes (30 milhões de pequenos produtores, suas famílias e comunidades) a conduzir seus negócios através de cooperativas, redes, marcas e empresas, totalmente comprometidas com as premissas do Comércio Justo, movimentando no mercado global a quantia aproximada de 2.2 bilhões de dólares.
O objetivo da WFTO é permitir a melhora da qualidade de vida de pequenos produtores e comunidades, através do comércio justo sustentável.
Para saber mais sobre a história da WFTO, visite : Word Fair Trade Organization
Para conhecer melhor a Solidarium, visite: Solidarium – Transforme o seu mundo

Fonte: http://www.wfto.com

Entre lucro e sustentabilidade, fique com os dois

Entre se dedicar a uma empresa que lhe garanta lucro e cresça perante o mercado ou investir num negócio que proporcione o bem estar social a muitas pessoas, há quem diga ser possível ficar com as duas possibilidades. A defesa do fim da dicotomia entre lucro e sustentabilidade sócio-ambiental é feita, especialmente, pelas incubadoras e apoiadoras de negócios sociais.

De acordo com Rodrigo de Mello Brito, co-fundador e diretor executivo da Aliança Empreendedora, organização de apoio a microempreendedores, a principal característica de um negócio social é que ele nasce, existe e se desenvolve com o objetivo claro e explícito de solucionar ou contribuir para a solução e redução de desafios e problemas sociais e ambientais.

“Ou seja, não busca apenas o lucro, mas a melhoria da qualidade de vida e redução de desigualdades pela sua atuação, na mesma proporção em que busca resultados financeiros e rentabilidade”, explica ele. Nesse desenho, o lucro é tratado como estratégia e fonte de investimento para expansão de impacto. E não como gerador de riqueza para quem empreende.

Princípios sociais

É preciso, no entanto, fazer uma distinção conceitual. Afinal, conforme ilustra Brito, quase todos negócios, ONGs (organizações não-governamentais) e empresas tradicionais geram melhorias de qualidade de vida como a indústria farmacêutica, de alimentos, transportes, hospitais, softwares, escolas e inúmeras outras. “A diferença para os negócios sociais é que estes, ao invés de oferecerem soluções apenas com fim de lucro e para quem pode pagar, elaboram produtos, serviços e modelos de negócios focados para que gerem principalmente impacto social positivo e sejam viáveis para quem, a princípio, não pode pagar”, afirma. Para tanto, utilizam de estratégia, parcerias e criatividade.

Para Maure Pessanha, diretora do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemísia, um negócio dessa categoria se norteia mais pela possibilidade de viabilizar acesso das pessoas aos produtos e serviços do que a de apenas lucrar. Dessa maneira, é preciso entender as comunidades de baixa renda não só como consumidoras, mas também como protagonistas do desenvolvimento do empreendimento. “São iniciativas economicamente viáveis que utilizam mecanismos de mercado para atender às demandas sociais, com produtos e serviços focados na redução da pobreza ou melhoria da qualidade de vida das pessoas”, elucida. Ou seja, viabilizando o acesso de pessoas de baixa renda a produtos e serviços aos quais não teriam, naturalmente, acesso, mas que podem melhorar sua qualidade de vida.

Como exemplo, ela cita um serviço de arquitetura para pessoas de baixa renda. “Muitas pessoas fazem obras em casa sem assessoria técnica nenhuma, gastando muito. Um trabalho social nesse sentido é benéfico, pois dá segurança à construção com economia”, diz.

Cadeia de valor

Por vezes, os aspectos de sustentabilidade não estão no ponto final de consumo, na promoção do acesso a inovação por camadas menos abastadas da sociedade. Um negócio social pode estar configurado para que sua cadeia produtiva seja sustentável.

Um exemplo, citado por Maure, é o de um produtor de vegetais orgânicos de São Paulo. Segundo explica, a empresa atua na distribuição da produção de pequenos produtores, que sozinhos não passam pelos critérios de compra de grandes redes de supermercados. O foco desse empreendedor social é obter lucro por meio da viabilização do mercado aos produtos orgânicos desses pequenos agricultores.

“Antes de ser social é um negócio. Então, a lógica de negociação tem que ser baseada no lucro. Por isso, precisam de capital e têm que ser pensados como negócio, em sua sobrevivência”, salienta a diretora da Artemísia. Para ela, essa é uma das grandes diferenças em comparação a organizações sociais que dependem de doação ou repasses. “Esse tipo de negocio tem que ter lógica de sustentabilidade financeira, ainda que a margem de lucro seja, em muitos casos, menor”, observa. Ela defende que, para aumentar a margem, os empreendedores sociais precisam primar pelo ganho de desempenho, pela excelência operacional em busca da redução de custos por meio da inovação.

Céu como limite

Uma vez que o lucro está dentre os objetivos, não há limite de expansão, impacto social, lucro – ou prejuízo – em um negócio social, assim como ainda não existem entidades reguladoras desses negócios no Brasil. “O que acaba por definir os limites e abrangência destes negócios é a criatividade, competência, capilaridade, recursos e capacidade operacional de cada um deles”, afirma Brito. Ele aposta que, no Brasil, o campo é fértil para florescimento de negócios desse tipo. “Temos uma população diversa, grande sensibilidade de organizações e da população para questões sociais e ao mesmo tempo grandes desafios em diversas áreas como saúde, educação e moradia”, analisa.

Ele conta, ainda, que há negócios sociais que nascem já atuando em âmbito nacional ou mesmo presentes em diversos países de um ou mais continentes como África, Ásia e América do Sul. Como exemplos cita empresas sociais e ONGs que vendem filtros de água, remédios e óculos de baixo custo, equipamentos que aumentam a produtividade de pequenos agricultores ou até mesmo bicicletas e motocicletas em países com pouca infra-estrutura de estradas.

Maure endossa a afirmação de Brito e conta o caso de um grupo de estudantes que desenvolveu um cobertor que mantém o aquecimento de bebês nascidos prematuros. Segundo conta, os empreendedores concluíram que a principal causa de morte desses bebês é a falta de aquecimento alias ao altíssimo custo das incubadoras tradicionais. Com seu produto, de baixo custo e acessível por pessoas de renda muito baixa, conseguem atingir um público gigantesco. Afinal, 15% dos bebês no mundo são prematuros e, desses, 90% não sobrevivem.

Para melhor explorar a oportunidade, tiveram, conta ela, de visitar as pessoas. Assim puderam perceber que a maior parte delas não tinha acesso nem a energia elétrica. Dessa maneira, foi necessário desenvolver uma tecnologia que pudesse manter a temperatura mesmo sem eletricidade. “Especialmente no Brasil, em que as classes C e D estão crescendo significativamente, é um produto que, quanto mais for vendido, mais impacto social terá. E lida com uma questão social profunda, além de ser totalmente inovador”, conta ela.

Oportunidades à vista

Para melhor atuar no segmento de negócios sociais é preciso conhecer e compreender as necessidades das pessoas, analisando de forma aprofundada o cotidiano, as necessidades, os sonhos, a mentalidade, a cultura, a trajetória, a organização social e o comportamento das pessoas a serem atendidas. Somente dessa maneira, opina Brito, é possível vir a pensar e pesquisar soluções que atendam verdadeiramente às necessidades de maneira viável e com a qualidade necessária.

“Como disse Peter Drucker, transformar necessidades em demanda é uma ótica dica para quem quer identificar oportunidades. E hoje existe uma infinidade de necessidades não atendidas por milhões de pessoas que não participam das Classes A, B e C, seja em questões básicas como habitação, educação e saúde como também em outras necessidades que todos temos como cultura e entretenimento”, assegura Brito.

Ele lembra, ainda que como qualquer empresa tradicional, um negócio social vive os mesmos desafios de gestão, acesso a capital, mercado,etc. para que possa dar certo. Além disso, enfrenta alguns desafios adicionais como as necessidades de: repensar o papel do design e da tecnologia de produtos para que apresentem qualidade com preços acessíveis; de repensar o modelo de precificação e cobrança; construir redes de relacionamentos, parcerias e confiança com públicos e comunidades muitas vezes excluídos.

As iniciativas de apoio a empreendedores, como a Artemísia e a Aliança Empreendedora, auxiliam empreendedores que tenham interesse de desenvolver negócios e participar da cadeia dos negócios sociais.

Exemplos de negócios sociais com atuação mundial

Outros negócios sociais atuam beneficiando diversos locais, principalmente por meio da Internet, como é o caso de empresas de comércio justo que comercializam produtos de microempreendedores pela web como a World of Good, do E-bay, ou a Solidarium, no Brasil.

Além do e-commerce, a web também virou um importante canal de microcrédito de sites e portais que conectam investidores – sociais ou não – de todo o mundo a organizações de microfinanças e microempreendedores de países em desenvolvimento por meio de empréstimos pessoa a pessoa, como é o caso do KivaMicroPlace ou  o Portal Impulso no Brasil.

Fonte: Santander Empreendedor

Como posso começar um Negócio Social?

Mudar o mundo e ainda ganhar dinheiro com isso com certeza é uma proposta tentadora para qualquer jovem que acaba de se formar, executivo ou milionário que sente uma certa culpa, ou anda desiludido com seu trabalho ou o que vê ao seu redor.

A idéia de um modelo híbrido, que aproveite o melhor dos modelos das empresas e das ONGs (Organizações não-governamentais), seja inovador, gere alto impacto social positivo e seja rentável e auto sustentável financeiramente, parece ser a solução para todos os problemas crônicos; tanto do setor social como das empresas, sendo tido como a “bola da vez” do setor social no mundo. O modelo é reforçado com o prêmio Nobel de Muhammad Yunus, centenas de eventos, prêmios, livros e artigos de gurus dos negócios ao redor do mundo sobre o tema.

Mesmo com todo o ”hype” em torno do tema, o setor e conceito ainda são novos e há poucos exemplos de negócios sociais lucrativos ou que tenham obtido alto impacto social no mundo, o que ao mesmo tempo é um desafio e também uma oportunidade de começar antes e sair na frente. Para isso, temos de refletir e nos perguntar, “o que fazer para começar e tornar um negócio social bem sucedido?”.

Para apoiar os empreendedores que querem fazer de “mudar o mundo” o seu negócio, listamos abaixo algumas dicas e perguntas a serem respondidas como guia nesta jornada:

1) Lembre-se que fazer um negócio ou iniciativa social tradicional dar certo já é bastante difícil. Portanto, esteja preparado para ser paciente, persistente, estudar muito os modelos existentes e estar disposto a ouvir, conhecer e aprender sempre. O início não será fácil nem o sucesso rápido.
2) Saiba que um negócio social tem que gerar lucro e ser rentável na mesma proporção e grau de importância que tem de beneficiar e melhorar a qualidade de vida de pessoas, o que não é nada fácil nem simples, pois é necessário que o empreendedor tenha, simultaneamente, visão de negócio e alma de empreendedor social.
3) Lembre-se que seu cliente é também seu beneficiado e que, muitas vezes, estas pessoas têm pouca renda, mas muito talento, sonhos e expectativas, assim como têm histórico de falta de acesso básico a saúde, educação e direitos básicos. Assim, esteja preparado para não frustrar, gerar pré-conceitos nem subestimar este público.
4) Você não irá conceber um modelo transformador e inovador de sua sala de estar ou escritório. Por isso, não fique eternamente planejando. Vá para a rua e comece! O aprendizado que vem da experiência prática e dos erros e acertos em “pleno vôo” é muito mais sólido e traz os ajustes e aperfeiçoamentos necessários, com possibilidade de inovação do seu modelo. Tenha e valorize tanto o planejamento como “fazejamento” em igual proporção.
5) Seja um verdadeiro detetive ou cientista do seu negócio social. Ou seja, observe muito e sem parar, mas, ao invés de ser um cientista ou detetive que apenas observa “de fora”, coloque a mão na massa e interaja com as pessoas, conheça seus nomes, seu comportamento, seus sonhos, demandas, interesses e potencialidades. Construa junto e COM as pessoas e não PARA.
6) Lembre-se que um negócio social é um negócio. E que um negócio tem de ser viável para existir e continuar. Como todo negócio, ele tem desafios de custos, preços, marketing, distribuição, recrutamento e seleção de pessoas. Portanto, faça um Plano de Negócios para seu empreendimento social. Só que, em vez de um Plano de Negócios tradicional como os que já existem no mercado, acrescente em todos os pontos a pergunta “Como isso pode ser inclusivo e beneficiar pessoas?”. Ou seja, como incluo e beneficio pessoas na cadeia de produção? E na distribuição dos produtos e serviços que vou oferecer?  Que comunicação, preço e formas de pagamento são mais adequados a este público de acordo com sua a realidade e costumes?
7) Busque apoio e não faça sozinho. Existem em todo o mundo pessoas, universidades, organizações de apoio e investidores interessados em FAZER JUNTO. Como exemplo, podemos citar a Artemísia, Ashoka, Fundação AVINA, BID e centenas de outros. Como achá-los? Digite “negócios sociais”, “empresas sociais”, “social business” ou “inclusive business” no Google e você irá se surpreender com a quantidade de cases de sucesso, artigos, organizações e gente querendo que você dê o próximo passo e comece esta jornada!
Você tem alguma dica, idéia ou exemplos para contribuir e compartilhar? Excelente! Compartilhe conosco e contribua para que cada vez mais empreendedores iniciem negócios que contribuam para a redução de desigualdades e com objetivo de mundo melhor!

Rodrigo de Méllo Brito, empreendedor social e co-fundador e diretor executivo da Aliança Empreendedora.

Lançamento do quadro “Mandando Bem!” no Caldeirão do Huck estimula o empreendedorismo no Brasil!

No dia 11 de dezembro – sábado, o Caldeirão do Huck lançou o quadro “Mandando Bem” que irá selecionar microempreendedores em todo o Brasil para contar suas histórias e dar um “empurrãozinho” para que melhores seus negócios.

A estréia do quadro apresentou a história de René Silva, jovem de 17 anos, morador do Complexo do Alemão e responsável pelo jornal Voz da Comunidade, que iniciou quando tinha apenas 11 anos de idade e hoje distribui 2.000 exemplares por mês abordando assuntos da comunidade. René sonha em ser jornalista e junto com quatro amigos noticia e desenvolve ações que de alguma forma tragam transformações a comunidade, resolvendo mais de 300 problemas locais a partir de seu jornal. Durante as últimas semanas, o menino ganhou destaque nacional por fazer a cobertura sobre os conflitos entre polícia e traficantes no Complexo do Alemão.

Pela sua trajetória e percebendo seu potencial empreendedor, o Caldeirão do Huck viabilizou uma mini-redaçãopara o jornal instalada no próprio Complexo do Alemão em parceria com o AfroReggae, além do apoio para o desenvolvimento de seu negócio em parceria com a Aliança Empreendedora, conforme você pode conferir em

No fim da reportagem Luciano Huck fez o lançamento do quadro Mandando Bem convidando empreendedores de todo Brasil a contarem sua história pelo email mandandobem@globo.com ou através do correio escrevendo  para CAIXA POSTAL:70540 – CEP 22741-971.

 

Aliança Empreendedora participa do Caldeirão do Huck

No último sábado (11) o Caldeirão do Huck apresentou a história de René Silva, jovem de 17 anos, morador do Complexo do Alemão e responsável pelo jornal Voz da Comunidade. René sonha em ser jornalista e junto com mais quatro amigos noticia e desenvolve ações que de alguma forma tragam transformações a comunidade. Durante as últimas semanas, o menino ganhou destaque nacional por fazer a cobertura sobre os conflitos entre polícia e traficantes no Complexo do Alemão.

Percebendo seu potencial empreendedor e sua pouca estrutura, Luciano Huck  resolveu ajudá-lo de duas formas: o presenteou com uma redação instalada no próprio Complexo do Alemão em parceria com o AfroReggae, e proporcionou o encontro de René Silva com a Aliança Empreendedora. Assim como já faz com diversos empreendedores de baixa renda, a Aliança Empreendedora irá orientar a gestão e os primeiros passos do jornal Voz da Comunidade. No fim da reportagem Luciano Huck fez o lançamento do quadro Mandando Bem. O apresentador convidou empreendedores de todo Brasil a contarem sua história. (CAIXA POSTAL: 70540 CEP 22741-971)


A reportagem a Voz do Complexo do Alemão marcou a primeira participação da Aliança Empreendedora no programa Caldeirão do Huck. A diretoria da ONG está se reunindo há algumas semanas com a produção do Caldeirão do Huck e é possível que essa seja a primeira de muitas participações da Aliança Empreendedora no Caldeirão do Huck.

Um dia do seu cotidiano pode inspirar alguém

Projeto Geração Y lança a iniciativa do “Empreendedor Sombra” durante a Semana Global do Empreendedorismo.  O objetivo da iniciativa é fazer com que seus jovens participantes tenham a oportunidade de acompanhar o trabalho de profissionais de sucesso nas áreas nas quais desejam empreender. O jovem poderá “seguir” seu mentor durante um dia entre o período dos dias 05 a 07 de Dezembro.


O projeto Geração Y, realizado pela Aliança Empreendedora em parceira com a Ashoka e Instituto Camargo Côrrea, oferece a oportunidade para os seus jovens empreendedores acompanharem o trabalho de profissionais de sucesso nos ramos que desejam seguir em um futuro próximo.  O projeto hoje conta com a participação de mais de 30 jovens com idades entre 18 e 29 anos, em estado de fragilidade econômica, que desejam mudar a sua realidade e a realidade das regiões onde vivem.

“Ter essa experiência será muito importante para ajudar os jovens a  conhecerem a rotina e então decidirem se é isso que realmente desejam para o seu futuro” Declara Bárbara Basso, Assessora do Projeto Geração Y e mobilizadora da iniciativa “Empreendedor sombra”

Ainda há demanda de profissionais nas áreas de comércio de bijouterias e roupas, lava car, pizzarias e realizadores de projetos sociais para “apadrinharem” esses jovens. Caso tenha interesse em inspirar e colaborar com o desenvolvimento e o futuro dessas idéias, envie e-mail para: Barbara@aliancaempreendedora.org.br ou ligue para (41) 3013 2409 e informe seu nome e ramo de atuação até o dia 05 de Dezembro.

Inscrições para o Prêmio Acolher da NATURA se encerram no dia 30 de Novembro

Consultoras Natura trabalham em rede, formando relacionamentos e ajudando pessoas a ficarem mais bonitas e com melhor auto-estima.  Algumas destas, porém, não se dão por satisfeitas e também trabalham para tornar as comunidades em que vivem lugares mais bonitos e felizes, trabalhando como voluntárias e/ou organizações sociais onde se dedicam a causas relacionadas à educação, geração de renda, proteção aos animais, meio ambiente, entre outras.

Reconhecendo o potencial de transformação desta rede, o Movimento Natura lançou em 2010 o Programa ACOLHER, uma iniciativa da Natura em parceria com a Ashoka que visa identificar e, como o nome já diz, acolher e apoiar Consultoras e Consultores da Natura que amparam e transformam suas comunidades por meio de ações sociais, contribuindo para que estas ações cresçam e beneficiem um número cada vez maior de pessoas e comunidades.

Além de encontros, capacitação e um portal de conteúdo, a NATURA irá identificar e reconhecer estas Consultoras através de apoio financeiro em forma de patrocínio para quem está começando (Categoria Semente) ou já realiza uma ação social (Categoria Crescente). Para a Categoria Semente, a verba de patrocínio para os projetos selecionados será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para investimento na estruturação da ação social; já na Categoria Crescente o valor será de R$ 15.000,00 (quinze mil reais).

As Consultoras interessadas poderão conhecer o regulamento e inscrever suas ações sociais no Portal do Movimento Natura (http://www.movimentonatura.com.br/) até o dia 30 de Novembro.

Movimento Natura Acolher

Depoimento de um dos fundadores da Aliança Empreendedora, que integra o Comitê Curador do Programa ACOLHER

Aliança Empreendedora participa de evento em São Paulo durante a Semana Global


Rodrigo Brito, Co-fundador e diretor executivo da Aliança Empreendedora, irá representar a organização no painel Modelos de negócios que reduzem a pobreza, que acontece no dia 19 de novembro, na FGV – EAESP, em São Paulo. O evento será realizado durante a Semana Global do Empreendedorismo e reunirá especialistas que irão debater sobre como os negócios podem reduzir a pobreza no Brasil.

O intuito do painel é congregar pessoas que trabalham com a inclusão da população de baixa renda e promovem transformações sociais, afetando diretamente a realidade brasileira. Além disto, o evento também marca o lançamento oficial do NextBillion Brasil, onde será possível ler artigos, entrevistas e notícias, e se envolver ainda mais com o tema: Modelos de negócios que reduzem a pobreza.

Confira a programação e os participantes:

  • 08h30 – Café.
  • 09h00 – Abertura: Rodrigo Teles, diretor-executivo da Endeavor Brasil.
  • 09h05 – Introdução ao tema e aos parceiros do evento: Rob Parkinson, coordenador do NextBillion Brasil.
  • 09h20 – Painel Modelos de Negócios que reduzem a pobreza: Rodrigo Brito, co-fundador e diretor-executivo da Aliança Empreendedora, e Vivianne Naigeborin, pesquisadora e consultora na área de negócios sociais.
  • 10h15 – Intervalo.
  • 10h35 – Apoio a pequenos negócios com alto potencial de crescimento:– Randall Kempner, diretor-executivo da Aspen Network for Development Entrepreneurs (Ande).
  • 11h00 – Painel Construindo o campo no Brasil: Daniel Izzo, fundador e sócio da Vox Capital, Marcio Jappe, Diretor da Aceleradora de negócios sociais da Artemisia e Rodrigo Teles, diretor-executivo da Endeavor Brasil.
  • 11h55 – Lançamento do website NextBillion Brasil: Larissa Armani, editora do veículo.
  • 12h00 – Encerramento.

O evento é aberto ao público e as inscrições podem ser feitas através do site: http://nextbillionbrasil.net/inscricoes/

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