Aliança Empreendedora

Fazer da economia um lugar para todos

Vote! Solidarium finalista no Desafio Global Changemakers

Empreendedora que recebe acesso ao mercado através da Solidarium.

A Fundação eBay e o Changemakers da Ashoka lançaram este desafio online para buscar as mais inovadoras soluções de mercado para a criação de oportunidades econômicas e para a geração de empregos para populações desfavorecidas.
Solidarium Comércio Justo é finalista, e cada voto conta!
O último dia de votação é dia 10 de agosto.

Cadastre-se e vote aqui: http://www.changemakers.com/economicopportunity/entries/solidarium-fair-trade?breadcrumb_type=semifinalists

Segue passo-a-passo:

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Pronto!  Voto realizado!!

Sobre a Solidarium:
Há mais de 39 milhões de cidadãos no Brasil (23% da população brasileira) que, apesar de trabalhar muito duro, sobrevivem com menos de U$ 2 por dia. Pobreza e dificuldades limitam as escolhas das pessoas enquanto as forças de mercado tendem a marginalizá-las ainda mais e excluí-las. A Solidarium promove o desenvolvimento de novos produtos através de uma rede de estúdios de design reconhecidos e altamente qualificados, identificando, qualificando e integrando uma rede de produtores locais para aumentar sua capacidade de produção através de técnicas e pedidos compartilhados em um modelo de operação denominada “Indústria descentralizada do comércio justo”.

Tiago Dalvi, diretor da Solidarium, foi um dos convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011, em São Paulo

Vídeo Conexões Senac 2011 - Senac São Paulo no Youtube

A abertura do Conexões Senac aguçou o espírito empreendedor dos alunos do Centro Universitário. O ex-jogador de futebol Raí e o empresário idealista Tiago Dalvi foram os convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011.
Com o tema central desta edição sendo a Responsabilidade Social, a idéia foi revelar aos futuros empreendedores que várias oportunidades de negócio também beneficiam a sociedade.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=q5qJ11KB2fM

 

 

Empreendedor: uma questão de título ou de berço? – Matéria do Blog Empreendedor Social da Folha fala da trajetória empreendedora de Tiago Dalvi, diretor da Solidarium

Tiago Dalvi é diretor da Solidarium, empreendedor Artemisia e fellow Unreasanable.

 

Essa pergunta sempre aparece na plateia de eventos de empreendedorismo. Na abertura do Conexões Senac 2011, competição de plano de negócios para jovens universitários, não foi diferente.

O evento contou com a presença do jogador Raí, eterno camisa 10 do São Paulo Futebol Clube e empreendedor da Fundação Gol de Letra, e de Tiago Dalvi, jovem de 26 anos, diretor executivo da Solidarium, a maior plataforma de vendas, em comércio justo, de produtos desenvolvidos por pequenos núcleos produtivos comunitários presentes em mais cinco estados brasileiros.

Ao responder essa pergunta, Tiago foi categórico dizendo que, na opinião dele, o empreendedor se forma muito em razão do momento de vida, do ambiente, do ciclo social em que está inserido e, muitas vezes, até da própria necessidade. Para o Tiago, ninguém nasce empreendedor!

Para Raí, existem pessoas que têm características empreendedoras mais afloradas, o que lhes dará com certeza mais vantagens competitivas. Mas, para ele, o que importa mesmo para garantir o sucesso do empreendimento não é só o fato de ser ou não ser um empreendedor, mas sim poder contar com uma equipe competente e comprometida com a causa comum.

Se você não tem uma característica ou competência, cerque-se de pessoas que possam supri-la, ensina Raí, que sabe bem a importância de cada membro de uma equipe! Afinal, no futebol ninguém jogo sozinho, muito menos, ganha!

Para mim, nato ou conquistado, o título de empreendedor é atribuído àquela pessoa que encabeça um projeto de sucesso, que apresenta impactos positivos, tanto sociais quanto econômicos, e que ainda seja reconhecido por características de inovação e criatividade. Empreendedor é alguém que muda o paradigma e estabelece novos padrões e referências.

Concordo com o Raí, e tenho que discordar do Tiago (que ele me desculpe). Reconheço que temos exemplos de empreendedores natos e empreendedores que ganharam tal título, e o Tiago é sem dúvida um empreendedor nato!

É possível afirmar isso analisando a sua curta trajetória de vida (só 26 anos!) e suas conquistas (diretor da Solidarium, empreendedor Artemisia, fellow Unreasanable). Sua experiência de protagonismo universitário na Empresa Junior, seguido da entrada para a Aliança Empreendedora, onde sua primeira tarefa de “emprego” era captar recursos para o seu próprio salário, corrobora a tese de Bill Drayton, fundador da Ashoka Empreendedores Sociais.

Ele analisou o histórico da trajetória empreendedora de vários fellows Ashoka que fazem ou fizeram parte da Rede Ashoka nestes últimos 25 anos. E, em praticamente todos, foi reconhecida que uma experiência empreendedora durante a juventude pode despertar o “espírito empreendedor” do fellow, empoderando-o e modificando sua vida e forma de atuação pessoal e profissional para sempre.

Nós da Neurônio, agência de Ativação da Cidadania, acreditamos também nesta tese e vimos, nestes últimos dez anos de trabalho, que o potencial empreendedor pode ser desenvolvido principalmente na juventude, período em que a experiência empreendedora em projetos de engajamento juvenil é a oportunidade perfeita para enveredar ou não para a trilha do empreendedorismo.

O recado que fica para potenciais futuros empreendedores natos ou conquistados é: participe dos movimentos e projetos extracurriculares em suas escolas e faculdades e busque por experiências práticas, só a assim você terá escolhido a sua trajetória empreendedora.

Texto de Camila Cheibub Figueiredo – sócia-diretora da Neurônio Ativação da Cidadania, agência especializada em projetos e prêmios temáticos de engajamento social e empreendedor.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/

Ajude a Solidarium a representar o Brasil no Unreasonable Institute 2011!

A Solidarium Comércio Justo – organização integrante da Aliança Empreendedora responsável pelo Acesso a Comercialização aos microempreendedores apoiados – acaba de se tornar a única empresa social brasileira finalista dentre mais de 300 inscritas de 60 países para o 2º concurso anual mundial promovido pelo Unreasonable Institute (www.unreasonableinstitute.org),

O Unreasonable Institute seleciona, capacita e apóia empreendedores sociais de todo o mundo que trabalham para solucionar alguns dos maiores desafios do planeta, conectando a mais de 60 mentores altamente qualificados e 30 fundos de investimento global.

Ao todo, 50 finalistas do mundo foram selecionados devido a critérios analisados como integridade, experiência empreendedora, proposta inovadora, adaptabilidade às necessidades do público alvo, abertura ao aprendizado, coesão e qualificação da equipe.

Dentre as 50 finalistas, as 25 primeiras organizações a captarem a quantia de U$8.000,00, serão nomeadas como Unreasonable Fellows e receberão o apoio.

Dos U$8mil necessários, o empreendedor Tiago Dalvi e a Solidarium já conseguiram arrecadar U$1.220,00, por isso contamos com a sua contribuição para que a Solidarium possa representar o Brasil no Unreasonable 2011.

Para isso visite http://marketplace.unreasonableinstitute.org/ventures/view/54/Solidarium e clique em “Sponsor”. Caso queira conhecer mais sobre a Solidarium e a Campanha para o Unreasonable 2011, clique em www.solidarium.com.br.

 

Solidarium está na final do Unreasonable Institute

A Solidarium é uma das 50 organizações selecionadas para fazer parte da etapa final do Unreasonable Institute.

As 25 primeiras organizações a captarem a quantia de $8.000 (dólares), serão nomeadas como Unreasonable Fellows e receberão o apoio de 60 mentores altamente qualificados, acesso a uma rede de 30 fundos de investimento globais e muito mais!

 

Indique para seus amigos, conhecidos e familiares! Faça parte da nossa história e invista agora!

Solidarium na RPC – Negócio social busca inclusão e geração justa de renda

 

O “negócio social” é um termo que parece novo, mas serve para definir o trabalho de artesãos que desenvolvem seus trabalhos em busca de um novo negócio, que possam entrar no mercado e consigam garantir renda extra para a família.

Veja na reportagem de Dulcinéia Novaes que pregando o “comércio justo” e preocupações como inclusão e geração de renda para todos, Ongs estão auxiliando muitas pessoas a movimentar uma nova forma de economia e que traz benefícios para muitas pessoas.

Link: http://www.rpctv.com.br/parana-tv/2010/12/negocio-social-busca-inclusao-e-geracao-justa-de-renda/

Fonte: RPC

O que é Comércio Justo? SGE

O Comercio Justo (Fair Trade) contribui para o desenvolvimento sustentável ao proporcionar melhores condições de troca e a garantia dos direitos para produtores e trabalhadores localizados em comunidades e regiões de baixa renda.

O movimento do comércio justo propõe ampliar o acesso de pequenos produtores, economicamente em desvantagem, ao mercado. O conceito se baseia na importância de o consumidor adquirir produtos comercializados de maneira responsável, que possibilite remuneração justa e condições de trabalho favoráveis, incluindo o uso sustentável dos recursos naturais.

O Comércio Justo tem como objetivo principal estabelecer contato direto entre o produtor e o comprador, desburocratizando o comércio e poupando-os da dependência de atravessadores e das instabilidades do mercado global de commodities, evidenciando que a relação entre eles precisa obedecer a princípios precisos para ser considerada justa.
Conheça quais são os princípios que regem o Movimento de Comércio Justo:

1. Criação de oportunidades para os produtores economicamente desfavorecidos

Comércio Justo é uma estratégia de combate à pobreza e desenvolvimento sustentável. O seu objetivo é o de criar oportunidades para os produtores que tenham sido economicamente desfavorecidos ou marginalizados pelo sistema de comércio convencional.

2. Transparência e Responsabilidade

Comércio Justo envolve uma gestão transparente e das relações comerciais para tratar de forma justa e respeitosamente com os parceiros comerciais.

3. Construção de Capacidades

Comércio Justo é um meio para o desenvolvimento dos produtores independência.

4. Pagamento de um preço justo

Um preço justo, no contexto regional ou local é aquele que tenha sido acordada através do diálogo e da participação. Alem de cobrir os custos de produção, também permite uma produção que é socialmente justa e ambientalmente racional. Ele oferece um salário justo para os produtores e leva em conta o princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual de mulheres e homens.

5. Eqüidade de gênero

Comércio Justo significa que o trabalho das mulheres é devidamente valorizado e recompensado. As mulheres são sempre pagas por sua contribuição para o processo de produção e estão habilitados em suas organizações.

6. Condições de trabalho

Comércio Justo significa um ambiente de trabalho seguro e saudável para os produtores. A participação dos filhos (se for o caso) não afeta negativamente o seu bem-estar, segurança, requisitos educacionais e de necessidade de jogar e está em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, bem como a legislação e normas no contexto local.

7. O ambiente

O Comércio Justo incentiva ativamente melhores práticas ambientais e da aplicação de métodos de produção responsável.

Fonte: Solidarium

Solidarium é destaque na Revista Época Negócios

A Solidarium, parceira estratégica da Aliança Empreendedora, foi destaque na edição da Revista Época Negócios do mês de outubro. A matéria Costura Social apresenta a história da organização, e mostra como a Solidarium faz a ponte entre empreendedores e redes varejistas :

Um negócio social baseado nas regras do comércio justo visa aumentar a margem de lucro do produtor, que chega a atingir 50% nas transações com a Solidarium. Para tanto, a empresa dispõe-se a reduzir o próprio lucro, que gira entre 10% e 20%, e a investir em capacitação dos artesãos, estratégias de otimização da produção e redução de custos com matéria-prima. “Enquanto o mercado tradicional paga R$ 1 por hora de trabalho do artesão, nós pagamos R$ 4,50”, diz Dalvi. O contrato do E-Solidário, como foi batizada a loja virtual do Walmart, é lastreado por um regime especial. O Walmart reduziu em 30% sua margem bruta para fortalecer a causa. O contrato com as lojas físicas segue o modelo tradicional de comércio, com margens em torno de 100%. Um produto que sai da comunidade a R$ 10 é vendido no E-Solidário por R$ 19. Já nas lojas físicas, custa R$ 25.

O objetivo principal do negócio é produzir com qualidade e a preços competitivos. “Somente com grandes volumes conseguiremos gerar renda para mais famílias e fazer a verdadeira transformação social”, diz Dalvi. Desde que foi lançado, em maio passado, o E-Solidário fatura cerca de R$ 8 mil mensais. Almofadas, capas para notebooks e revisteiros estão entre os produtos mais vendidos.

Um negócio social baseado nas regras do comércio justo visa aumentar a margem de lucro do produtor, que chega a atingir 50% nas transações com a Solidarium. Para tanto, a empresa dispõe-se a reduzir o próprio lucro, que gira entre 10% e 20%, e a investir em capacitação dos artesãos, estratégias de otimização da produção e redução de custos com matéria-prima. “Enquanto o mercado tradicional paga R$ 1 por hora de trabalho do artesão, nós pagamos R$ 4,50”, diz Dalvi. O contrato do E-Solidário, como foi batizada a loja virtual do Walmart, é lastreado por um regime especial. O Walmart reduziu em 30% sua margem bruta para fortalecer a causa. O contrato com as lojas físicas segue o modelo tradicional de comércio, com margens em torno de 100%. Um produto que sai da comunidade a R$ 10 é vendido no E-Solidário por R$ 19. Já nas lojas físicas, custa R$ 25.
O objetivo principal do negócio é produzir com qualidade e a preços competitivos. “Somente com grandes volumes conseguiremos gerar renda para mais famílias e fazer a verdadeira transformação social”, diz Dalvi. Desde que foi lançado, em maio passado, o E-Solidário fatura cerca de R$ 8 mil mensais. Almofadas, capas para notebooks e revisteiros estão entre os produtos mais vendidos.”

foto Revista Época Negócios

Case Solidarium em Congresso Internacional de Cidadania Empresarial

A Solidarium Comércio Ético e Justo irá apresentar sua história e modelo no Congresso Internacional de Cidadania Empresarial, que este ano tem como tema “Práticas e Inovações sobre Negócios Inclusivos” e será realizado nos dias 22 e 23 de Abril, em Recife – PE.

Para conhecer mais sobre a Conferência , favor visitar www.congressoacaoempresarial.org.br,

Para conhecer mais sobre a Solidarium, visite www.solidarium.com.br ou http://migre.me/mdfk.

Folhetoffcongresso

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