Aliança Empreendedora

Fazer da economia um lugar para todos

Blog do PECEP: 5 ações sociais para conhecer antes de morrer

Blog do PECEP (Projeto de Educação Comunitário da Escola Parque) publica matéria e cita a Solidarium e a Aliança Empreendedora, confira:

Por Marcus Pinheiro

Apesar da nossa imprensa ser tarada por notícias ruins (exceção feita ao Jornal do Bem, do meu amigo Leandro Borges) felizmente há muita coisa boa acontecendo! Como você já deve estar saturado de homicídios triplamente qualificados, tsunamis, enchentes e tudo mais que o Datena fica gritando a tarde inteira na Band, seguem 5 ações sociais muito legais que você tem que conhecer antes de morrer!

 

1) Grameen bank

O Grameen Bank foi o primeiro banco de microcrédito do mundo. A ideia pioneira de emprestar pequenas somas de dinheiro a mulheres da base da pirâmide - sem necessidade de garantias e com juros baixos – foi do economista de Bangladesh Muhammad Yunus. Ele fundou a instituição emprestando U$27 a42 famílias da aldeia de Jobra, que ficavam reféns de agiotas por terem contraído empréstimos impagáveis.

O êxito do banco é incontestável. Em 28 anos de funcionamento formal ele já emprestou mais de US$ 5 bilhões a 6,61 milhões de clientes (97% mulheres) de 71 mil vilarejos. Mesmo sem cobrar garantias, o retorno do dinheiro emprestado é de 98%, o que faz dele o banco com menor taxa de inadimplência do mundo. E o mais importante: já retirou da pobreza extrema milhões de pessoas – tudo isso a partir de um empréstimo de US$ 27.

 

2) Make-A-wish

A fundação Make-A –Wish surgiu por acaso em 1980 para realizar o sonho de um menino de 7 anos. Christopher Greicius tratava-se de uma leucemia e tinha como grande sonho ser policial do seu estado, o Arizona. Devido à gravidade do quadro de saúde, sua mãe conseguiu que ele vivesse por três dias a vida de um policial, tendo andado de helicóptero pela cidade, ganhado um uniforme especial sob medida e até passado num teste de direção com sua motocicleta movida a bateria. Quando voltou ao quarto de hospital, Chris fez questão de colocar o uniforme, o capacete de motociclista e a boina em lugar de destaque. No dia seguinte à realização do sonho, ele faleceu.

Inspirada nesse caso a ONG Make-A-Wish foi fundada e hoje funciona em 47 países. Tem como missão realizar os desejos de crianças ameaçadas por doenças graves. Em trinta anos a ONG já realizou um total de 214.262 desejos.

3) Solidarium

Agora vamos falar um pouquinho das iniciativas brazucas. A Solidarium foi um projeto pioneiro da Aliança Empreendedora que devido ao tempo e ao sucesso virou uma iniciativa a parte. Seu objetivo é tirar pequenos artesãos da pobreza criando um canal entre eles e grandes redes varejistas. Além disso, a empresa zela pelo comércio justo, ou seja, para que o produtor receba uma fatia digna do lucro gerado pela venda do seu produto. Nos últimos quatro anos a empresa beneficiou 1.600 produtores de 12 estados e organizou 44 cooperativas e associações (mais detalhes nesse vídeo).

A meta da Solidarium é, nos próximos 5 anos, tirar mais de 10.000 pessoas da pobreza e criar uma revolução no mercado nacional. Alguém duvida?

 

4) Ensina!

Ensina! faz parte do Teach for All, a maior rede global de organizações sociais voltadas para educação, presente em 19 países. O projeto seleciona, capacita e orienta jovens recém-formados de alto desempenho para darem aulas de reforço em escolas públicas com baixos índices acadêmicos. Cada Ensina! é remunerado e dedica-se em tempo integral ao projeto, ficando responsável por turmas do 6º ao 9º ano. O objetivo é remediar o problema educacional crônico do Brasil e capacitar líderes, que após os dois anos no Ensina! terão ferramentas para continuar a impactar positivamente a sociedade.

Por enquanto o projeto funciona apenas no Rio de Janeiro e compreende as disciplinas de português, matemática e ciências.

5) Move Rio

Move Rio foi fundado em 2008 como iniciativa de um grupo de amigos insatisfeitos com os problemas sociais do Rio de Janeiro.

A ONG faz o meio-campo entre doadores e ações de impacto. Atualmente ela atua como mantenedora do Espaço Educacional Cantinho Feliz, voltada exclusivamente para crianças das comunidades de Santa Teresa, e do Instituo Vida Real, que retira do tráfico de drogas meninos da favela da Maré.

O primeiro projeto próprio da ONG é o Rio Eu Amo Eu Cuido, movimento que tem por objetivo conscientizar moradores e visitante da cidade para a importância dos pequenos hábitos na manutenção de um Rio melhor.

No começo deste ano a ONG arrecadou mais de R$ 200 mil para a reconstrução da região serrana do Estado, atingida pelas chuvas de verão.

Fonte: http://pecep.wordpress.com/

Artigo: A Revolução da Economia Solidária

O artigo a seguir “The Fair Trade Revolution” foi escrito por Tiago Dalvi, co-fundador e diretor executivo da Solidarium.
Ele transcreveu a palestra que ministrou no Unreasonable Institute, e o artigo foi eleito como um dos melhores da web pelo jornal Inglês “The Guardian”.

A Revolução da Economia Solidária – Como a Solidarium pode transformar nosso mundo

Tiago Dalvi é um empreendedor social Ashoka que usa sua visão de negócios para ajudar a melhorar a vida de milhares de pessoas em seu país de origem, Brasil, conectando produtores locais com varejistas globais estabelecidos tais como Walmart, JCPenney, Whole Foods, e Target. Dalvi é a essência do negócio social vencedor da organização de economia solidária Solidarium, e um dos cinco empreendedores vencedores do recente desafio “Todos ao Trabalho”, realizado pela Fundação eBay e The Opportunity Project.
Ao contrário dos modelos de comércio justo tradicionais, que muitas vezes aproveitam as redes de base de comércio justo estabelecidas, Dalvi conecta  diretamente produtores a grandes redes mundiais varejistas.
O Brasil é a sétima maior economia do mundo, tendo ultrapassado por pouco a Itália este ano, e a quinta economia de mais rápido crescimento entre os países do G20. Enquanto o Brasil é uma potência mundial no nível macro, que se classifica no 55o lugar no PIB renda per-capita, ele está perto da base em termos de igualdade social – 184 de 192 países. O Brasil, um país com quase 200 milhões de cidadãos, é um país movido por pessoas que vivem na pobreza – mais de 39 milhões de brasileiros vivem com menos de dois dólares por dia.
“Como brasileiro, eu não posso tolerar isso”, disse Dalvi durante sua apresentação do Unreasonable Climax de 2011, quando ele foi reconhecido como um Empreendedor do Instituto Unreasonable neste semestre. “Na Solidarium, nós superamos o impossível. Nossa missão é fazer com que esses produtores locais saiam da situação de pobreza, proporcionando canais de mercado sem competição para os produtos que eles produzem.”
O modelo da Solidarium é simples e direto: a empresa analisa oportunidades de mercado e trabalha com equipes de design para facilitar o desenvolvimento de novos e rentáveis produtos tais como roupas, bolsas ou acessórios de cozinha. Eles, então, obtêm esses itens dos produtores locais em todo o Brasil, em lugares variados como Pernambuco, Paraná e São Paulo.
Desde que Solidarium foi fundada, em 2007, tem trabalhado com mais de 1.600 produtores que viviam em situação de pobreza. A esmagadora maioria deles são mulheres entre as idades de 30 e 60; através da conexão deles com redes de varejistas inacessíveis – os Walmarts e JCPenneys do mundo – a Solidarium permite que seus produtores tenham acesso a consumidores em mercados muito maiores. Como resultado, os produtores são capazes de aumentar sua renda média em até 80% em apenas dois anos.
Quando um produto é vendido, a maior parte dos rendimentos (35%) vai diretamente para o produtor, que ganha cerca de U$ 70 em média (a Solidarium está trabalhando para triplicar esse número). O saldo é compartilhado pelo varejista (30%), Solidarium (30%) e o designer de produto (5%).
No início deste ano, a Solidarium lançou o maior site de comércio eletrônico no Brasil em parceria com o Walmart, que já oferece aos compradores on-line 300 produtos diferentes de mais de 40 produtores exclusivos locais. E, pessoal, os produtos Solidarium vendem – ao ritmo de mais de 100.000 compras!
O objetivo de Dalvi e Solidarium é alcançar um faturamento de quase U$ 8 milhões ao longo dos próximos quatro anos, através da distribuição de produtos do “comércio justo descentralizado” para mais de 1.200 lojas no Brasil e nos Estados Unidos.
“Nós temos uma missão, que não é só para fazer desta empresa um sucesso”, disse Dalvi. “Estamos criando um movimento para superar a pobreza. Dentro de quatro anos, teremos mais de 10.000 produtores locais que sairão da situação de pobreza, e tenho certeza que a Solidarium não só vai redefinir o curso da pobreza no Brasil, mas irá criar uma revolução no mercado em nosso país.”Fonte: Ashoka Changemakers 

Tiago Dalvi, diretor da Solidarium, foi um dos convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011, em São Paulo

Vídeo Conexões Senac 2011 - Senac São Paulo no Youtube

A abertura do Conexões Senac aguçou o espírito empreendedor dos alunos do Centro Universitário. O ex-jogador de futebol Raí e o empresário idealista Tiago Dalvi foram os convidados especiais para o lançamento do Conexões Senac 2011.
Com o tema central desta edição sendo a Responsabilidade Social, a idéia foi revelar aos futuros empreendedores que várias oportunidades de negócio também beneficiam a sociedade.

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=q5qJ11KB2fM

 

 

Empreendedor: uma questão de título ou de berço? – Matéria do Blog Empreendedor Social da Folha fala da trajetória empreendedora de Tiago Dalvi, diretor da Solidarium

Tiago Dalvi é diretor da Solidarium, empreendedor Artemisia e fellow Unreasanable.

 

Essa pergunta sempre aparece na plateia de eventos de empreendedorismo. Na abertura do Conexões Senac 2011, competição de plano de negócios para jovens universitários, não foi diferente.

O evento contou com a presença do jogador Raí, eterno camisa 10 do São Paulo Futebol Clube e empreendedor da Fundação Gol de Letra, e de Tiago Dalvi, jovem de 26 anos, diretor executivo da Solidarium, a maior plataforma de vendas, em comércio justo, de produtos desenvolvidos por pequenos núcleos produtivos comunitários presentes em mais cinco estados brasileiros.

Ao responder essa pergunta, Tiago foi categórico dizendo que, na opinião dele, o empreendedor se forma muito em razão do momento de vida, do ambiente, do ciclo social em que está inserido e, muitas vezes, até da própria necessidade. Para o Tiago, ninguém nasce empreendedor!

Para Raí, existem pessoas que têm características empreendedoras mais afloradas, o que lhes dará com certeza mais vantagens competitivas. Mas, para ele, o que importa mesmo para garantir o sucesso do empreendimento não é só o fato de ser ou não ser um empreendedor, mas sim poder contar com uma equipe competente e comprometida com a causa comum.

Se você não tem uma característica ou competência, cerque-se de pessoas que possam supri-la, ensina Raí, que sabe bem a importância de cada membro de uma equipe! Afinal, no futebol ninguém jogo sozinho, muito menos, ganha!

Para mim, nato ou conquistado, o título de empreendedor é atribuído àquela pessoa que encabeça um projeto de sucesso, que apresenta impactos positivos, tanto sociais quanto econômicos, e que ainda seja reconhecido por características de inovação e criatividade. Empreendedor é alguém que muda o paradigma e estabelece novos padrões e referências.

Concordo com o Raí, e tenho que discordar do Tiago (que ele me desculpe). Reconheço que temos exemplos de empreendedores natos e empreendedores que ganharam tal título, e o Tiago é sem dúvida um empreendedor nato!

É possível afirmar isso analisando a sua curta trajetória de vida (só 26 anos!) e suas conquistas (diretor da Solidarium, empreendedor Artemisia, fellow Unreasanable). Sua experiência de protagonismo universitário na Empresa Junior, seguido da entrada para a Aliança Empreendedora, onde sua primeira tarefa de “emprego” era captar recursos para o seu próprio salário, corrobora a tese de Bill Drayton, fundador da Ashoka Empreendedores Sociais.

Ele analisou o histórico da trajetória empreendedora de vários fellows Ashoka que fazem ou fizeram parte da Rede Ashoka nestes últimos 25 anos. E, em praticamente todos, foi reconhecida que uma experiência empreendedora durante a juventude pode despertar o “espírito empreendedor” do fellow, empoderando-o e modificando sua vida e forma de atuação pessoal e profissional para sempre.

Nós da Neurônio, agência de Ativação da Cidadania, acreditamos também nesta tese e vimos, nestes últimos dez anos de trabalho, que o potencial empreendedor pode ser desenvolvido principalmente na juventude, período em que a experiência empreendedora em projetos de engajamento juvenil é a oportunidade perfeita para enveredar ou não para a trilha do empreendedorismo.

O recado que fica para potenciais futuros empreendedores natos ou conquistados é: participe dos movimentos e projetos extracurriculares em suas escolas e faculdades e busque por experiências práticas, só a assim você terá escolhido a sua trajetória empreendedora.

Texto de Camila Cheibub Figueiredo – sócia-diretora da Neurônio Ativação da Cidadania, agência especializada em projetos e prêmios temáticos de engajamento social e empreendedor.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/

Solidarium recebe certificação de Comércio Justo, pela “Word Fair Trade Organization” (WTFO)

A Solidarium, empresa social parceira da Aliança Empreendedora,  acaba de se tornar a mais nova organização certificada pela Organização Mundial de Comércio Justo (WTFO).
Essa conquista valida todo o trabalho desenvolvido pela Solidarium desde sua fundação em 2007 e reconhece os resultados alcançados até hoje.

Sobre a Organização Mundial do Comércio Justo:
A Organização Mundial do Comércio Justo (WFTO) é o órgão global que representa mais de 400 organizações, 100% comprometidas com o Comércio Justo. A WFTO é a voz autêntica e a guardiã dos valores do Comércio Justo.

O WFTO opera em 73 países da África, Ásia, Europa, América Latina, América do Norte e do Pacífico, com o objetivo de conquistar o acesso do Comércio Justo ao mercado através da política, da defesa da causa, do monitoramento constante e de campanhas de marketing .

Os membros da WFTO são organizações totalmente comprometidas em erradicar a pobreza através do desenvolvimento econômico sustentável e de políticas sociais e ambientais. Empenhadas  totalmente, também, na prática de reinvestimento contínuo em artesãos, agricultores e  comunidades de produtores marginalizados, habitantes dos lugares mais frágeis do planeta.

No mundo, são 110 milhões de artesãos, agricultores, produtores e simpatizantes (30 milhões de pequenos produtores, suas famílias e comunidades) a conduzir seus negócios através de cooperativas, redes, marcas e empresas, totalmente comprometidas com as premissas do Comércio Justo, movimentando no mercado global a quantia aproximada de 2.2 bilhões de dólares.
O objetivo da WFTO é permitir a melhora da qualidade de vida de pequenos produtores e comunidades, através do comércio justo sustentável.
Para saber mais sobre a história da WFTO, visite : Word Fair Trade Organization
Para conhecer melhor a Solidarium, visite: Solidarium – Transforme o seu mundo

Fonte: http://www.wfto.com

Ajude a Solidarium a representar o Brasil no Unreasonable Institute 2011!

A Solidarium Comércio Justo – organização integrante da Aliança Empreendedora responsável pelo Acesso a Comercialização aos microempreendedores apoiados – acaba de se tornar a única empresa social brasileira finalista dentre mais de 300 inscritas de 60 países para o 2º concurso anual mundial promovido pelo Unreasonable Institute (www.unreasonableinstitute.org),

O Unreasonable Institute seleciona, capacita e apóia empreendedores sociais de todo o mundo que trabalham para solucionar alguns dos maiores desafios do planeta, conectando a mais de 60 mentores altamente qualificados e 30 fundos de investimento global.

Ao todo, 50 finalistas do mundo foram selecionados devido a critérios analisados como integridade, experiência empreendedora, proposta inovadora, adaptabilidade às necessidades do público alvo, abertura ao aprendizado, coesão e qualificação da equipe.

Dentre as 50 finalistas, as 25 primeiras organizações a captarem a quantia de U$8.000,00, serão nomeadas como Unreasonable Fellows e receberão o apoio.

Dos U$8mil necessários, o empreendedor Tiago Dalvi e a Solidarium já conseguiram arrecadar U$1.220,00, por isso contamos com a sua contribuição para que a Solidarium possa representar o Brasil no Unreasonable 2011.

Para isso visite http://marketplace.unreasonableinstitute.org/ventures/view/54/Solidarium e clique em “Sponsor”. Caso queira conhecer mais sobre a Solidarium e a Campanha para o Unreasonable 2011, clique em www.solidarium.com.br.

 

Solidarium está na final do Unreasonable Institute

A Solidarium é uma das 50 organizações selecionadas para fazer parte da etapa final do Unreasonable Institute.

As 25 primeiras organizações a captarem a quantia de $8.000 (dólares), serão nomeadas como Unreasonable Fellows e receberão o apoio de 60 mentores altamente qualificados, acesso a uma rede de 30 fundos de investimento globais e muito mais!

 

Indique para seus amigos, conhecidos e familiares! Faça parte da nossa história e invista agora!

Solidarium na RPC – Negócio social busca inclusão e geração justa de renda

 

O “negócio social” é um termo que parece novo, mas serve para definir o trabalho de artesãos que desenvolvem seus trabalhos em busca de um novo negócio, que possam entrar no mercado e consigam garantir renda extra para a família.

Veja na reportagem de Dulcinéia Novaes que pregando o “comércio justo” e preocupações como inclusão e geração de renda para todos, Ongs estão auxiliando muitas pessoas a movimentar uma nova forma de economia e que traz benefícios para muitas pessoas.

Link: http://www.rpctv.com.br/parana-tv/2010/12/negocio-social-busca-inclusao-e-geracao-justa-de-renda/

Fonte: RPC

O que é Comércio Justo? SGE

O Comercio Justo (Fair Trade) contribui para o desenvolvimento sustentável ao proporcionar melhores condições de troca e a garantia dos direitos para produtores e trabalhadores localizados em comunidades e regiões de baixa renda.

O movimento do comércio justo propõe ampliar o acesso de pequenos produtores, economicamente em desvantagem, ao mercado. O conceito se baseia na importância de o consumidor adquirir produtos comercializados de maneira responsável, que possibilite remuneração justa e condições de trabalho favoráveis, incluindo o uso sustentável dos recursos naturais.

O Comércio Justo tem como objetivo principal estabelecer contato direto entre o produtor e o comprador, desburocratizando o comércio e poupando-os da dependência de atravessadores e das instabilidades do mercado global de commodities, evidenciando que a relação entre eles precisa obedecer a princípios precisos para ser considerada justa.
Conheça quais são os princípios que regem o Movimento de Comércio Justo:

1. Criação de oportunidades para os produtores economicamente desfavorecidos

Comércio Justo é uma estratégia de combate à pobreza e desenvolvimento sustentável. O seu objetivo é o de criar oportunidades para os produtores que tenham sido economicamente desfavorecidos ou marginalizados pelo sistema de comércio convencional.

2. Transparência e Responsabilidade

Comércio Justo envolve uma gestão transparente e das relações comerciais para tratar de forma justa e respeitosamente com os parceiros comerciais.

3. Construção de Capacidades

Comércio Justo é um meio para o desenvolvimento dos produtores independência.

4. Pagamento de um preço justo

Um preço justo, no contexto regional ou local é aquele que tenha sido acordada através do diálogo e da participação. Alem de cobrir os custos de produção, também permite uma produção que é socialmente justa e ambientalmente racional. Ele oferece um salário justo para os produtores e leva em conta o princípio da igualdade de remuneração por trabalho igual de mulheres e homens.

5. Eqüidade de gênero

Comércio Justo significa que o trabalho das mulheres é devidamente valorizado e recompensado. As mulheres são sempre pagas por sua contribuição para o processo de produção e estão habilitados em suas organizações.

6. Condições de trabalho

Comércio Justo significa um ambiente de trabalho seguro e saudável para os produtores. A participação dos filhos (se for o caso) não afeta negativamente o seu bem-estar, segurança, requisitos educacionais e de necessidade de jogar e está em conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, bem como a legislação e normas no contexto local.

7. O ambiente

O Comércio Justo incentiva ativamente melhores práticas ambientais e da aplicação de métodos de produção responsável.

Fonte: Solidarium

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